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Com exceção da Índia e do Nepal, todos os países da região asiática têm gastos
per capita com educação superior de até 30% do PIB per capita. Comparando
isso, deve-se ter consciência de quão mal os gastos per capita com o ensino
superior na África Subsaariana correspondem à escala das economias dos
países. Para responder também ao rápido aumento de inscritos no futuro, é
indispensável introduzir o princípio do “usuário pagador”, diversificar os recursos
financeiros e desenhar programas com maior custo-desempenho, fazendo uso
das tecnologias de informação e comunicação.
Dentro Além disso, para que cada país sobreviva na economia globalizada, é
necessário ter uma política de ensino superior clara e estratégica sobre o
desenvolvimento de recursos humanos e os resultados esperados do ensino
superior, além de um forte compromisso político. Como muitas faculdades estão
ligadas aos interesses da administração existente, em países onde o sistema
político é instável, a falta de compromisso político pode ser um grande obstáculo
ao desenvolvimento do ensino superior.
A despesa pública per capita com o ensino superior é especialmente elevada
nos países africanos francófonos. Uma das causas é a concessão de bolsas de
estudo. Questões: • Expansão de inscritos • Falta de recursos financeiros •
Qualidade em declínio • Necessidades diversificadas.
Qualidade em Declínio – Em muitos países em desenvolvimento, uma expansão
do ensino superior provoca um declínio na qualidade. Para garantir uma
educação de qualidade ao mesmo tempo em que responde à demanda
crescente contínua, é necessário aumentar a qualidade de vários aspectos,
incluindo professores, alunos, instalações, equipamentos, materiais e métodos
educacionais e financiamento.